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segunda-feira, 31 de março de 2014

HANDEBOL REGRA 6, REGRA 7.11 E 7.12 JOGO PASSIVO, REGRA 8 FALTAS E ATITUDES ANTIDESPORTIVAS (8.1 Á 8.3)

Regra 6 - A ÁREA DE GOL 

6:1 Somente o goleiro tem permissão de entrar na área de gol (ver, contudo, 6:3). A área de gol, que inclui a linha da área de gol, é considerada invadida quando um jogador de quadra a toca com qualquer parte de seu corpo. 

6:2 Quando um jogador de quadra entrar na área de gol deve-se tomar as seguintes decisões:
a) tiro de meta, quando um jogador de quadra da equipe de posse de bola no ataque entrar na área de gol com a bola ou entrar sem a bola, mas ganhar vantagem ao fazê-lo (12:1);
b) tiro livre, quando um jogador de quadra da equipe defensora entrar na área de gol e ganhar vantagem, mas não impede uma clara chance de gol (13:1b, também 8:7f); 
c) tiro de 7 metros, quando um jogador de quadra da equipe defensora entrar na área de gol e por isso impede uma clara chance de gol (14:1a). Para os propósitos desta regra, o conceito “entrar na área de gol” não significa somente tocar a linha da área de gol, mas sim, pisar claramente dentro dessa área.

6.3 Entrar na área de gol não será penalizado quando:
a) um jogador entrar na área de gol depois de jogar a bola, desde que isto não crie uma desvantagem para os adversários;
b) um jogador de uma das equipes entrar na área de gol sem a bola e não ganhar vantagem fazendo isto.

6:4 Se considera que a bola “está fora de jogo” quando o goleiro a controla  dentro da área de gol (12:1). A bola deve ser colocada novamente em jogo através de um tiro de meta (12:2)

6:5 A bola permanece em jogo enquanto ela está rolando no solo dentro da área de gol. Ela está em posse da equipe do goleiro e somente o goleiro pode tocá-la. O goleiro pode pegá-la, o que a trará para “fora de jogo” e então, colocá-la novamente em jogo, de acordo com as Regras 6:4 e 12:1-2 (ver, contudo, 6:7b). Marcar-se-á um tiro livre (13:1a) se a bola for tocada por um companheiro de equipe do goleiro enquanto ela estiver rolando. (ver, contudo, 14:1a, em conjunto com o Esclarecimento 6c), no entanto, o jogo continuará com tiro de meta (12:1 (iii)) se ela for tocada por um adversário. 
A bola está fora de jogo, quando ficar parada no piso dentro da área de gol. (12:1 (ii)). Ela está em posse da equipe do goleiro e somente este pode tocá-la. O goleiro deve colocá-la novamente em jogo de acordo com 6:4 e 12:2 (ver, contudo, 6:7b). Continua reiniciando-se o jogo com tiro de meta se a bola for tocada por qualquer outro jogador de qualquer equipe (12:1, 2º parágrafo; 13:3). 

É permitido tocar a bola quando ela estiver no ar sobre a área de gol desde que seja feito em conformidade com as Regras 7:1 e 7:8.

6:6 O jogo continuará (através de um tiro de meta, conforme as Regras 6:4-5), se um jogador da equipe defensora tocar a bola em um ato defensivo, e a bola for posteriormente controlada pelo goleiro ou ficar dentro da área de gol.

6:7 Se um jogador lançar a bola dentro de sua própria área de gol , as decisões a tomar devem ser as seguintes:
a) gol, se a bola entrar na baliza;
b) tiro livre, se a bola ficar dentro da área de gol ou se o goleiro tocar a bola e ela não entrar na baliza (13:1a-b);
c) tiro lateral, se a bola sair pela linha de fundo (11:1);
d) o jogo continua, se a bola passar através da área de gol e voltar para a área de jogo, sem ser tocada pelo goleiro.

6:8 A bola que retorna da área de gol para a área de jogo permanece em jogo.


REGRA 7 JOGO PASSIVO


Jogo passivo


7:11 Não é permitido manter a bola em posse sem realizar nenhuma tentativa reconhecível de ataque ou arremesso à baliza. Similarmente, não é permitido atrasar repetidamente a execução de um tiro de saída, tiro livre, tiro lateral ou tiro de meta de sua própria equipe (ver Esclarecimento nº 4). Esta situação é considerada como jogo passivo e deve ser penalizada com um tiro livre contra a equipe em posse de bola, a menos que a tendência ao passivo cesse (13:1a). 
O tiro livre será executado do lugar onde a bola estava quando o jogo foi interrompido.

7:12 Quando se reconhece uma tendência ao jogo passivo, o gesto pré-passivo de advertência (Gesto forma nº 17) será mostrado. Isto oportunizará à equipe em posse de bola a mudança em sua maneira de atacar, para evitar a perda de posse de bola. Se o modo de atacar não mudar depois que o sinal de pré-passivo foi mostrado, ou se nenhum arremesso à baliza for realizado, então um tiro livre é ordenado contra a equipe em posse de bola (ver Esclarecimento nº 4). 
Em certas situações, os árbitros também podem ordenar um tiro livre contra a equipe com posse de bola sem nenhum sinal de pré-passivo, por exemplo, quando um jogador evita intencionalmente utilizar uma clara chance de marcar um gol.

Regra 8 - FALTAS E ATITUDES ANTIDESPORTIVAS

Ações Permitidas

8:1 É permitido:
a) usar uma mão aberta para tirar a bola de da mão de outro jogador;
b) usar os braços flexionados para fazer contato corporal com um adversário, e desta maneira controlá-lo e acompanhá-lo; 
c) usar o tronco para bloquear o adversário na luta pela posição.

Comentário: 
Bloquear significa impedir que um adversário se mova para um espaço vazio. Bloquear, manter o bloqueio e sair do bloqueio deve, a princípio, ser realizado de maneira passiva em relação ao adversário (ver, contudo 8:2b) 
Infrações que normalmente não implicam numa sanção disciplinar (considerar, contudo, os critérios para a tomada de decisão indicados em 8:3a-d)


8:2 Não é permitido:
a) arrancar ou golpear a bola que está nas mãos do adversário;
b) bloquear ou empurrar o adversário com braços, mãos ou pernas ou usar qualquer parte do corpo para deslocá-lo ou empurrá-lo para fora da posição; isto inclui o uso perigoso dos cotovelos, seja em uma posição de início ou em movimento;
c) agarrar um adversário (no corpo ou pelo uniforme), mesmo se permanecer livre para continuar o jogo;
d) correr ou saltar sobre um adversário.

Infrações que justificam uma sanção disciplinar segundo as regras 8:3-6

8:3 As infrações onde a ação é principalmente ou exclusivamente dirigida ao corpo do adversário devem implicar uma sanção disciplinar. Isto significa que, além do tiro livre ou tiro de 7 metros, pelo menos a infração deve ser sancionada progressivamente, começando com uma advertência (16:1), seguindo com exclusões por 2 minutos (16:3b) e uma desqualificação (16:6d).

Para as infrações mais severas, há 3 níveis de sanções com base nos seguintes critérios de tomada de decisão:

- Infrações que devem ser sancionadas com uma exclusão por 2 minutos imediata (8:4);
- Infrações que devem ser sancionadas com uma desqualificação(8:5);
- Infrações que devem ser sancionadas com uma desqualificação e onde se requer um relatório escrito (8:6);

Critérios para a tomada de decisão:

Para julgar qual é a sanção disciplinar apropriada para uma infração específica, aplicam-se os seguintes critérios de tomada de decisão. Estes critérios devem ser usados numa combinação que seja apropriada para cada situação.
a) a posição do jogador que comete a infração (posição frontal, pelo lado ou por trás).
b) a parte do corpo contra a qual é dirigida a ação ilegal (tronco, braço de arremesso, pernas, cabeça/garganta/ pescoço); 
c) a dinâmica da ação ilegal (a intensidade do contato corporal ilegal, e/ou uma infração cometida quando o adversário está completamente em movimento);
d) o efeito da ação ilegal

- o impacto sobre o corpo e sobre o controle da bola;
- a diminuição da capacidade de locomoção ou a impossibilidade de mover-se;
- o impedimento da continuidade do jogo.

Para o julgamento das infrações, também é relevante a situação particular de jogo (por exemplo, ação de arremesso, correr para ocupar um espaço vazio, situações com alta velocidade de movimento) 

Infrações que justificam uma exclusão por 2 minutos imediata.

FONTE: http://www.brasilhandebol.com.br


ATLETISMO REGRAS 164 CHEGADA E 167 EMPATES

REGRA 164

CHEGADA

1.A chegada de uma corrida deve ser marcada por uma linha branca
de 5cm de largura.
Nota: No caso de eventos chegando fora do estádio, a linha de chegada deve ser de até
30cm de largura e possivelmente de uma cor contrastante distintamente da superfície da
área de chegada
.
2. Os atletas devem ser classificados na ordem em que qualquer parte de seu corpo
(ou seja, tronco, ficando excluídos cabeça. pescoço, braços, pernas, mãos ou pés) atinja o
plano vertical que passa pela borda anterior da linha de chegada, conforme definido
acima.

3 Em qualquer corrida que seja decidida pela distância percorrida em determinado
tempo, o Árbitro de partida deve dar um tiro exatamente um minuto antes do término do
da prova, para avisar aos atletas e árbitros de que a corrida está próxima ao seu final. O
Árbitro de Partida orientado diretamente pelo Cronometrista Chefe, exatamente no tempo
apropriado após a saída, deve assinalar o fim da prova com um novo tiro. No momento em
que o revólver é disparado no final da corrida, os Árbitros encarregados devem marcar o
ponto exato em que cada atleta toca a pista pela última vez, ou simultaneamente com o
tiro que encerra a prova.
A distância percorrida deve ser medida até o metro mais próximo atrás dessa
marca. Antes do início da prova deve ser designado pelo menos um Árbitro para cada
atleta, com a incumbência de marcar a distância percorrida.



REGRA 167

EMPATES
1. Se os Árbitros ou Árbitros de Foto Finish não puderem separar os atletas para qualquer
lugar de acordo com as Regras 164.2, 165.15, 165.21 ou 165.24 (onde possa ser aplicável), os empates permanecerão.

2. Ao determinar se houve um empate entre atletas em diferentes séries para uma posição
no ranking de acordo com a Regra 166.3(a) ou para uma posição de qualificação para uma
fase subseqüente baseada em tempo, o Árbitro Chefe de Foto Finish deverá considerar os
tempos reais obtidos pelos atletas em 1/1000 de um segundo. Se desse modo
(ou de acordo com a Regra 167.1) determinar que houve empate, os atletas empatados
para uma posição no ranking, será feito o desempate através de sorteio. Quando houver um empate para uma posição de classificação para uma fase subseqüente com base em tempo ou
posição, os atletas empatados serão colocados na fase seguinte ou, se isto não for possível,
eles serão sorteados para determinar quem será colocado na fase seguinte.

FONTE:http://www.cbat.org.br/regras/REGRAS_OFICIAIS_2012-2013.pdf
LIVRO ATLETISMO REGRAS OFICIAIS DE COMPETIÇÃO 2010-2011

HANDEBOL REGRAS 2 E 4

Regra 2 - A DURAÇÃO DA PARTIDA, O SINAL DE TÉRMINO E O TIME-OUT

A Duração da Partida

2:1 A duração normal de uma partida para todas as equipes com jogadores de idade igual ou acima de 17 anos é de 2 tempos de 30 minutos. O intervalo de jogo é normalmente de 10 minutos. O intervalo de jogo para Campeonatos Mundiais deverá ser de 15 minutos. A duração normal da partida para equipes de adolescentes com idade entre 12 e 16 anos e de 2 x 25 minutos, e no grupo de idade entre 8 e 12 anos o tempo é de 2 x 20 minutos. Em ambos os casos, o intervalo de jogo é de, normalmente, 10 minutos. 

Regra 4 - A EQUIPE, AS SUBSTITUIÇÕES, O EQUIPAMENTO E OS JOGADORES LESIONADOS.


A Equipe

4:1 Uma equipe consiste em até 16 jogadores.
Não mais do que 7 jogadores podem estar presentes na quadra de jogo ao mesmo tempo. Os demais jogadores são suplentes.
Durante todo o tempo de jogo, a equipe deve ter um dos jogadores identificado como goleiro. Um jogador que estiver identificado como goleiro pode se tornar um jogador de quadra a qualquer momento (observar, contudo, Regra 8:5 Comentário, 2° parágrafo). Similarmente, um jogador de quadra pode se tornar um goleiro (ver, contudo, Regras 4:4 e 4:7).
No início da partida, uma equipe deve ter pelo menos 5 jogadores em quadra.
O número de jogadores da equipe pode ser aumentado até 14 em qualquer momento durante a partida, incluindo o período extra.
A partida pode continuar mesmo se uma equipe ficar reduzida a menos de 5 jogadores na quadra. Depende dos árbitros julgarem se e quando uma partida deveria ser definitivamente suspensa. (17:12).

4:2 À uma equipe, é permitido utilizar um máximo de 4 oficiais de equipe em uma partida. Estes oficiais de equipe não podem ser substituídos durante o curso da partida. Um deles deve ser designado como “oficial responsável pela equipe”. Somente este oficial tem permissão para se dirigir ao secretário/cronometrista e, possivelmente, aos árbitros (ver, contudo, Esclarecimento nº 3: Tempo Técnico).
Normalmente, um oficial de equipe não tem permissão para entrar na quadra durante a partida. Uma violação a esta regra será penalizada como conduta anti-desportiva (ver Regras 8:7, 16:1b, 16:3d y 16:6c). A partida será reiniciada com um tiro livre para o adversário (13:1a-b; ver, contudo, Esclarecimento nº 7).
Uma vez que a partida começou, o “oficial responsável  pela equipe” deve assegurar-se que, na zona de substituição nenhuma outra pessoa além dos (máximo 4) oficiais da equipe registrados e os jogadores autorizados a jogar (ver 4:3) estejam presentes nessa área. Uma infração a esta regra implica uma punição progressiva para o “oficial responsável pela equipe” (16:1b, 16:3d e 16:6c)  

4:3 Um jogador ou oficial de equipe está autorizado a participar se ele estiver presente no início da partida e estiver inscrito na súmula de jogo.
Os jogadores e oficiais de equipe que chegarem depois da partida ter sido iniciada devem obter a sua autorização para participar com o secretário/cronometrista e devem ser inscritos na súmula. 
Um jogador autorizado a participar pode, em princípio, entrar na quadra através da zona de substituição da sua própria equipe a qualquer momento. (Ver, contudo, Regras 4:4 e 4:6).
O “oficial responsável pela equipe” deve se assegurar que somente os jogadores que estão autorizados a jogar entrem na quadra. Uma violação será penalizada como conduta anti-desportiva cometida pelo “oficial responsável pela equipe” (13:1a-b; 16:1b. 16:3d, y 16:6c; ver, contudo, Esclarecimento nº 7).

Substituições de jogadores

4:4 Os jogadores suplentes podem entrar na quadra a qualquer momento e repetidamente, sem avisar o secretário/cronometrista (ver, contudo, Regra 2:5), desde que os jogadores que eles vão substituir já tenham saído da quadra (4:5). 
Os jogadores envolvidos na substituição, devem sempre sair e entrar na quadra através da sua própria zona de substituição (4:5). Estas prerrogativas também se aplicam para a substituição dos goleiros (ver também 4:7 e 14:10).
As regras de substituições também se aplicam durante um time-out (exceto durante um tempo técnico ).

Comentário:
O propósito do conceito da “linha de substituição” é assegurar substituições ordenadas e justas. Não é intenção causar punições em outras situações, onde um jogador pisa sobre a linha lateral ou fora da linha de fundo de maneira não prejudicial e sem nenhuma intenção de ganhar vantagem (por exemplo, pegar água ou uma toalha no banco logo após a linha de substituição ou sair da quadra de uma maneira esportiva quando receber uma exclusão e cruzar a linha lateral para o banco por fora da linha delimitadora de 15 cm). O uso tático e ilegal da área fora da quadra são tratados separadamente na Regra 7:10. 

4:5 Uma falta de substituição deverá ser penalizada com uma exclusão de 2 minutos para o jogador infrator. Se mais de um jogador da mesma equipe cometer uma falta de substituição na mesma situação, somente o primeiro jogador que cometeu a infração será penalizado. 
A partida será reiniciada com um tiro livre para os adversários (13:1a-b; ver contudo, Esclarecimento nº 7)

4:6 Se um jogador adicional entrar na quadra sem fazer uma substituição, ou um suplente interferir ilegalmente no jogo a partir da área de substituição, deverá haver uma exclusão de 2 minutos para tal jogador. Assim, esta equipe deve reduzir um jogador da quadra pelos próximos 2 minutos (além disso, o jogador adicional que entrou na quadra deve sair).
Se um jogador entrar na quadra enquanto estiver cumprindo uma exclusão de 2 minutos, ele deverá receber uma exclusão de 2 minutos adicional. Esta exclusão deve começar imediatamente, e a equipe deve ser reduzida na quadra em mais um jogador que cumprirá o tempo que faltava na primeira exclusão.
Em ambos os casos, a partida será reiniciada com um tiro livre para os adversários (13:1a-b; ver, contudo, Esclarecimento nº 7).

Equipamentos

4:7 Todos os jogadores de quadra de uma equipe devem vestir uniformes idênticos.  As combinações de cores e desenhos para as duas equipes devem ser claramente distinguíveis umas das outras. Todos os jogadores utilizados na posição de goleiro numa equipe devem vestir a mesma cor, uma cor que os diferenciem dos jogadores de quadra de ambas as equipes bem como do(s) goleiro(s) da equipe adversária (17:3).

4:8 Os jogadores devem utilizar números visíveis que meçam, pelo menos, 20 cm de altura nas costas da camisa  e pelo menos 10 cm na frente. Os números utilizados deverão ser de 1 a 99. Um jogador que está trocando sua posição entre jogador de quadra e goleiro, deve utilizar o mesmo número em ambas as posições.
As cores dos números devem contrastar claramente com as cores e desenhos da camisa.

4:9 Os jogadores devem utilizar calçados esportivos.
Não é permitido utilizar objetos que possam ser perigosos para os jogadores. Isto inclui, por exemplo, proteção para a cabeça, máscara no rosto, braceletes, pulseiras, relógios, anéis, piercings visíveis, colares ou gargantilhas, brincos, óculos sem tiras de sustentação ou com armação sólida ou qualquer outro objeto que possa ser perigoso (17:3). 
Anéis achatados, brincos pequenos e piercings visíveis podem ser autorizados, desde que sejam cobertos com uma fita, de modo que eles não sejam julgados como perigosos para os jogadores. Faixas, panos para a cabeça e braceletes de capitão são permitidos desde que sejam confeccionados com material elástico e macio.
Os jogadores que não cumprirem estes requisitos não estarão autorizados a participar da partida até que o problema tenha sido corrigido. 

Jogadores Lesionados

4:10 Um jogador que esteja sangrando ou que tenha sangue no seu corpo ou uniforme, deve sair da quadra imediatamente e voluntariamente (através de uma substituição normal), de modo a estancar o sangramento, a cobrir a ferida  e a limpar o corpo e o uniforme. O jogador não deve retornar à quadra de jogo até cumprir o estabelecido acima. 
Um jogador que não seguir as instruções dos árbitros relacio¬nadas a estes aspectos, será considerado culpado de cometer conduta anti-desportiva (8:7 16:1b e 16:3d).

4:11 Em caso de lesões, os árbitros podem dar autorização (mediante os Gesto formas nº 15 y 16) para que duas pessoas que estejam autorizadas a participar (ver Regra 4:3) entrem na quadra durante um time-out, com o propósito específico de atender o jogador lesionado da sua própria equipe. 
Se pessoas adicionais entrarem na quadra depois que duas pessoas ja tiverem entrado, incluindo aí pessoas da equipe que não foi afetada, devem ser punidas como entrada ilegal segundo as Regras 4:6 e 16:3a no caso dos jogadores, e segundo as Regras 4:2, 16:1b, 16:3d e 16:6c no caso dos oficiais de equipe. Uma pessoa que foi autorizada a entrar em quadra segundo a regra 4:11, 1° parágrafo, mas ao invés de atender o jogador lesionado, ministra instruções aos jogadores, se aproxima dos adversários ou árbitros, etc, será considerado culpado de cometer uma conduta antidesportiva (16:1b, 16:3d e 16:6c).

FONTE:http://www.brasilhandebol.com.br

ATLETISMO REGRA 163

REGRA 163

CORRIDAS

1.A direção da corrida e marcha atlética em uma pista oval será com o lado esquerdo do atleta voltado para a borda interna. As raias devem ser numeradas da esquerda para a direita, com a raia interior sendo numerada como a raia 1.

Obstrução
2.
Qualquer atleta que empurrar ou obstruir outro atleta, de modo a impedir sua progressão, estará passível de desqualificação nessa prova. O Árbitro Geral terá autoridade para ordenar que a prova seja corrida novamente, excluindo qualquer atleta desqualificado ou, no caso de uma série preliminar , permitir que quaisquer atletas seriamente afetados pelo empurrão ou obstrução (outro que não seja o atleta desqualificado), de competir em uma rodada Subsequente da prova. Normalmente tal atleta terá terminado a prova com esforço autêntico.
Sem levar em conta se houve uma desqualificação, o Árbitro Geral, em circunstâncias excepcionais, terá também autoridade para ordenar que uma prova seja disputada novamente, se considerar isso razoável e justo.


Corridas em Raias

3. (a)
Em todas as corridas realizadas em raias marcadas, cada atleta deverá manter-se em sua raia designada do início ao fim. Isso se aplica a qualquer parte de uma prova corrida em raias marcadas
.
(b) Em todas a s corridas (ou qualquer parte das corridas) não disputadas em raias marcadas,
um atleta correndo em uma curva ,na metade da parte externa da pista, conforme a Regra 162.10, ou no desvio da pista para o fosso da corrida com obstáculos , não pisará ou correrá
sobre ou na parte interna da margem ou linha marcando a borda aplicável (a parte interna da pista,a metade externa da pista, ou o desvio da pista para o fosso da corrida com obstáculos
).
Exceto como descrito na Regra 163.4 , se o Árbitro Geral estiver satisfeito com as informações de um Árbitro ou Inspetor ou de outro modo , que um atleta tenha violado esta Regra, ele será desqualificado.

4.
Um atleta não será desqualificado se ele:

(A)    É empurrado ou forçado por outra pessoa a correr fora de sua raia ou sobre ou na
parte interna da borda ou linha marcando a borda aplicável, ou

(B)    pisar ou correr fora de sua raia, na reta ou fora da linha externa de sua raia na curva
,
sem que nenhuma vantagem material tenha sido ganha por isso e nenhum outro atleta tenha sido empurrado ou obstruído de modo que venha impedir o seu progresso
.
Nota: vantagem material inclui melhora na posição por qualquer meio, incluindo remover
-
se de uma posição “encaixotada” na corrida por ter pisado ou corrido dentro da borda
interna da pista.

FONTE: http://www.cbat.org.br/regras/REGRAS_OFICIAIS_2012-2013.pdf
LIVRO ATLETISMO REGRAS OFICIAIS DE COMPETIÇÃO 2012-2013

HANDEBOL FUNDAMENTOS

FUNDAMENTOS TÉCNICOS DO HANDEBOL E SUAS CARACTERÍSTICAS

Em qualquer esporte quando se fala em fundamentos técnicos nos referimos aos movimentos básicos da modalidade os quais uma pessoa precisa se apropriar ou aprender para ter condições de jogar.
Se observarmos, todas as modalidades esportivas possuem fundamentos técnicos sendo que, em algumas, o nome e a função de muitos fundamentos são comuns mudando somente a forma de realizá-lo.
No handebol temos como fundamentos técnicos: o passe, a recepção, a empunhadura, o arremesso, a progressão, o drible e a finta. Vamos agora entender o que é e para que é utilizado cada um deles no handebol.

Passe: é a ação de enviar a bola ao companheiro de forma que ele consiga recebê-la para executar outra ação. Um bom passe pode colocar o companheiro em condições favoráveis de arremessar em direção ao gol adversário.

Recepção: é a ação de receber a bola, amortecer e reter a bola de forma adequada. A boa execução deste fundamento depende muito da forma como a bola foi passada, ou seja, da execução do passe.

Empunhadura: é a forma de segurar a bola do handebol com uma das mãos. Na empunhadura os cinco dedos da mão permanecem bem afastados entre si e a palma fica ligeiramente côncava. 

Arremesso: é o fundamento sempre realizado em direção à meta adversária na tentativa de realizar o gol. 

Progressão: São as formas utilizadas para poder se deslocar na quadra durante o jogo quando  se está de posse da bola. Pode ser realizada, por exemplo, por meio do drible.

Drible: No handebol é o movimento de bater a bola contra o solo com uma das mãos estando o jogador parado ou em movimento. O drible permite ao jogador deslocar-se estando com a posse da bola. 



Fintas: São mudanças de direção realizadas pelo jogador atacante que, estando de posse de bola, procura evitar a ação do defensor.


História do Handebol

História do Handebol


Homero, na Odisseia, foi quem primeiro citou o handebol; depois foram os romanos; mas a Alemanha é quem iniciou o jogo como se conhece hoje.
A bola é, sem dúvida, um dos instrumentos desportivos mais antigos do mundo e que vem cativando o homem há milênios. O jogo de “Urânia” praticado na antiga Grécia, com uma bola do tamanho de uma maçã, usando as mãos, mas sem balizas, é citado por Homero na Odisseia. Também os Romanos, segundo Cláudio Galero (130-200 DC), conheciam um jogo praticado com as mãos, “Hasparton”. Mesmo durante a Idade Média, eram os jogos com bola, praticados como lazer por rapazes e moças. Na França, Rabelais (1494-1533) citava uma espécie de handebol (“esprés jouaiant à balle, à la paume”). Em meados do século passado (1848), o professor dinamarquês Holger Nielsen criou no Instituto de Ortrup um jogo denominado “Haaddbold” determinando suas regras. Na mesma época dos tchecos conheciam jogo semelhante denominado “Hazena”. Fala-se também de um jogo similar na Irlanda, e no “Sallon”, do uruguaio Gualberto Valetta, como precursor do handebol. Todavia, o handebol como se joga hoje foi introduzido na última década do século passado, na Alemanha, como “Raftball”. Quem o levou para o campo, em 1912, foi o alemão Hirschmann, então secretário da Federação Internacional de Futebol.
O período da primeira Grande Guerra (1915 a 1918) foi decisivo para o desenvolvimento do esporte, quando o professor de ginástica Berlinense Max Heiser criou um jogo ao ar livre derivado do “Torball” para as operárias da Fábrica Siemens, que teve o campo aumentando para as medidas do futebol quando os homens começaram a praticá-lo. Em 1919, o professor alemão Karl Schelenz reformulou o “Torball”, alterando seu nome para “Handball” para o jogo com 11 jogadores. Schelenz levou a modalidade para a Áustria e Suíça, além da Alemanha. Em 1920 o Diretor da Escola de Educação Física da Alemanha tornou a modalidade como desporto oficial. Cinco anos mais tarde, Alemanha e Áustria fizeram o primeiro jogo internacional, com vitória dos austríacos por 6 a 3. Na reunião de agosto de 1927 do Comitê de Handebol da IAAF foram adotadas as regras alemãs como as oficiais, motivando que na 25ª sessão do Comitê Olímpico Internacional, realizado no mesmo ano, fosse pedida a inclusão do handebol no programa olímpico. Como crescia o número de países praticantes, o caminho foi a independência da IAAF, o que aconteceu em 4 de agosto de 1928, no Congresso de Amsterdã, quando 11 países escolheram o americano Avery Brudage como membro da Presidência da FIHA.
O COI decidiu, em 1934, que o handebol seria um dos esportes da Olimpíada de Berlim, em 1936, o que realmente aconteceu com a participação de seis dos 26 países então filiados, com a Alemanha vencendo a Áustria no jogo final por 10 a 6, perante cem mil pessoas no Olympia Stadium de Berlim. Dois anos mais tarde, também na Alemanha, foi disputado o primeiro campeonato mundial, tanto no campo (8 participantes) como no salão (4 concorrentes). Tão logo terminou a Guerra Mundial, os dirigentes de handebol reuniram-se em Copenhague e fundaram a atual Federação Internacional, com sede na Suécia, sob a presidência do sueco Costa Bjork. Em 1950, a sede da IHF mudou-se para a Basiléia, na Suíça. Mesmo sem a participação dos alemães, criadores do jogo, os campeonatos mundiais foram reiniciados no campo em 1948 (para homens) e em 1949 (para mulheres). No salão, já com os alemães, os certames foram reiniciados em 1 954.
O handebol vem realizando a cada quatro anos seus campeonatos mundiais e olímpicos, estes desde 1972 no masculino e desde 1976 no feminino. União Soviética, Iugoslávia, Alemanha Oriental e Ocidental, Suécia, Dinamarca, Hungria, Romênia e Espanha são destaques na Europa. Nos outros continentes a Coreia e Japão (Ásia), Argélia e Tunísia (África), Cuba, Estados Unidos e Brasil (América) têm obtido os melhores resultados em ambos os sexos.
 
Handebol no Brasil 
 
O handebol, até a década de 60, ficou restrito à São Paulo; depois começou a ser praticado em escolas de todo o Brasil.
Em nosso país, o handebol como modalidade de campo foi introduzido em São Paulo por imigrantes, principalmente da colônia alemã, no início da década de 30. O handebol ficou restrito a São Paulo até a década de 60, quando o professor francês Augusto Listello, durante um curso internacional em Santos, apresentou a modalidade a professores de outros estados. Esses professores introduziram o esporte em seus colégios e assim o handebol começou a ser praticado em outros estados. Em 1971, o MEC incluiu o handebol entre as modalidades dos Jogos Estudantis e Jogos Universitários Brasileiros (JEB’s e JUB’s). Com isso, o handebol disseminou-se em todo o território nacional, com vários estados dividindo os títulos nacionais.
Em 1973, a antiga CBD realizou em Niterói o 1º Campeonato Brasileiro Juvenil para ambos os sexos. No ano seguinte, em Fortaleza, iniciou-se a competição para adultos. Em 1980, um ano após a criação da Confederação Brasileira de Handebol, foi disputada a 1ª Taça Brasil de Clubes, na cidade de São Paulo, então sede da entidade. 
 
Handebol nos Jogos Olímpicos
 
O Handebol do Brasil debutou em Olimpíada na edição de Barcelona (Espanha-1992), com a Seleção Masculina, quando terminou em 12º lugar. Na Olimpíada de Atlanta (Estados Unidos-1996), a Seleção Masculina ficou em 11º. Nas duas edições, o País herdou a vaga após a desistência de Cuba.
A Seleção Feminina fez história e, pela primeira vez, colocou o Brasil em uma Olimpíada por seus próprios méritos. Com o ouro conquistado nos Jogos Pan-Americanos de Winnipeg (Canadá-1999), a equipe se classificou para os Jogos Olímpicos de Sidney (Austrália-2000). A edição foi especial e representou um marco para o handebol brasileiro, já que as meninas alcançaram o oitavo lugar e começaram a despertar atenção no cenário mundial. O reconhecimento internacional pelo trabalho desenvolvido pela CBHb trouxe patrocínios e as atletas passaram a ser convidadas para atuar na Europa.
Em 2004, mais uma vez, o Brasil voltou a carimbar o passaporte para os Jogos Olímpicos, dessa vez nos dois naipes, em Atenas (Grécia-2004). Com muito mais estrutura no plano de preparação, os meninos ficaram em décimo lugar e o feminino terminou em sétimo. Para Pequim (China-2008), a história se repetiu, depois que as Seleções conquistaram, de forma invicta, a classificação nos Jogos Desportivos Pan-Americanos no Rio de Janeiro. Na China, a equipe feminina terminou na nona colocação e a masculina em 11º lugar, com um número maior de participantes.
Na edição de Londres-2012, o Brasil confirmou para o mundo que o handebol do País conquistou seu espaço no cenário internacional. Sob o comando do técnico dinamarquês Morten Soubak, a Seleção Feminina fez história. A medalha não veio, mas a equipe verde e amarela conseguiu se classificar para as eliminatórias após garantir o primeiro lugar na fase de grupos, confirmando a melhor campanha da modalidade na história dos Jogos Olímpicos. Ao final da competição na capital britânica, o Brasil encerrou o torneio em sexto lugar, superando a sétima colocação conquistada em Atenas-2004.    

FONTE: CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE HANDEBOL