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quinta-feira, 24 de maio de 2018

Atletismo regra 162 e provas combinadas 1.ANO 1.BIMESTRE



ATLETISMO
REGRA 162

PARTIDA

1. A partida de uma corrida deve ser marcada por uma linha branca de 5 cm  de largura.
Em todas as corridas em raia livre, a linha de saída será curva, de maneira que todos os
Atletas percorram a mesma distância da saída à chegada. As posições nas provas
em todas as distâncias serão numeradas da esquerda para a direita, no sentido de direção
da corrida.

( Em todas as corridas até e inclusive 400 m (incluindo a primeira volta dos 4x200 m e 4x 400m) , é obrigatório a saída de uma posição agachada e o uso de blocos de partida.)

2.  Todas corridas serão iniciadas pelo tiro de pistola do Árbitro de partida, após o Árbitro ter verificado que os Atletas estejam em seus lugares, na posição correta de largada e imóveis.
Se por qualquer razão o Árbitro de Partida não se satisfazer com a posição dos competidores para a partida, depois  que todos eles estiverem nos seus lugares, deverá ordenar a todos os Atletas que se levantem, e os Assistentes do Árbitro de Partida os colocarão novamente em seus postos.

3. Em todas as Competições Internacionais, exceto as citadas na nota a seguir, os comandos do Árbitro de Partida em sua própria língua, em inglês ou em francês:

(a) em corridas até e inclusive 400m [incluindo 4x200m, 4x400m e Revezamento Medley  será “Às suas marcas” e “Prontos”., e quando os Atletas estiverem “prontos”, o revólver será disparado. Um atleta não poderá tocar a linha de saída ou o solo além dele, com uma ou ambas as mãos ou seus pés, quando estiver em suas marcas.

(b) Em corridas acima de 400m, o comando será “Às suas marcas”., e quando os atletas estiverem em seus lugares e imóveis, o revólver será disparado. Um atleta não pode tocar o  solo com uma ou ambas as mãos durante a saída.
   
4. Após o comando “Ás suas marcas” o atleta deve se aproximar da linha de saída e assumir uma posição completamente dentro de sua raia designada e atrás da linha de saída. Ambas as mãos e no mínimo um joelho devem estar em contato com o solo, e ambos os pés, em contato com o bloco de partida. Ao comando  de “prontos” , o atleta deve, imediatamente, se levantar para sua posição final de largada, retendo o contato das mãos com o solo e dos pés com o bloco.

Saída Falsa

6. Um atleta, após assumir uma posição total e final, não poderá iniciar seu movimento até que o momento em que perceba o disparo do revólver. Se, no julgamento do Árbitro de Partida ou dos Confirmadores, ele inicia seu movimento antes, será considerada uma saída falsa.
7. Exceto nas provas combinadas, qualquer Atleta responsável por uma saída falsa será desqualificado. Em Provas Combinadas, qualquer atleta responsável por uma saída falsa será advertido. Somente uma saída falsa por corrida será permitida sem a desqualificação do(s) atleta(s) responsável (eis) pela saída falsa. Qualquer atleta responsável por outras saídas falsas na corrida será desqualificado.
8. No caso de uma saída falsa, os Assistentes do Árbitro de Partida procederão como se segue:
Exceto em Provas Combinadas, o atleta(s) responsável pela saída falsa será desqualificado e um cartão com as cores vermelha e preta [divididas diagonalmente], deverá ser levantado à sua frente e uma indicação correspondente mostrada sobre a respectiva marca [s] da raia;
Em Provas Combinadas, no caso de uma primeira saída falsa, o atleta [s] responsável pela saída falsa será advertido com um cartão com as cores amarela e preta [divididas diagonalmente], que será levantado à sua frente uma indicação correspondente mostrada sobre a respectiva marca [s] da raia. Ao mesmo tempo, todos os atletas participantes na corrida serão advertidos com um cartão amarelo e preto levantado em frente a eles por um ou vários Assistentes  do Árbitro de Partida, a fim de notificá-los de que quem cometer outras  saídas falsas será desqualificado.

O atletismo tem as provas combinadas como as mais tradicionais da história, que são conhecidas também como decatlo (para homens) e heptatlo (para mulheres), além do pentatlo moderno e pentatlo clássico. A prova premia o atleta mais versátil, que consegue um bom desempenho e maior pontuação geral em todas as modalidades.

Modalidades do decatlo:
1. Corrida de 100 metros;
2. Salto em distância;
3. Salto em altura;
4. Lançamento de peso;
5. Corrida de 400 metros;
6. Corrida de 110 metros com barreira;
7. Lançamento de disco;
8. Lançamento de dardo;
9. Salto com vara;
10. Corrida de 1500 metros.
Modalidades do heptatlo:
1. Corrida de 100 metros com barreira;
2. Lançamento de peso;
3. Lançamento de dardo;
4. Salto em altura;
5. Salto em distância;
6. Corrida de 200 metros;
7. Corrida de 800 metros.
Atletismo: provas combinadas - Portal Educação (portaleducacao.com.br)

ATLETISMO (regra 164, 167 e 168) 2.ANO 1.BIMESTRE


ATLETISMO   

REGRA 164

CHEGADA

1. A chegada de uma corrida deve ser marcada por uma linha branca de 5 cm de largura.
2. Os Atletas devem ser classificados na ordem em que qualquer parte de seu corpo (ou seja, tronco, ficando excluídos cabeça, pescoço, braços, pernas, mãos ou pés) atinja o plano vertical que passa pela borda anterior da linha de chegada, conforme definido anteriormente.
3. Em qualquer corrida que seja decidida pela distância percorrida em determinado tempo, o Árbitro de partida deve dar um tiro exatamente um minuto antes do término do da prova, para avisar aos Atletas e árbitros de que a corrida está próxima ao seu final.

REGRA 167

EMPATES

1. Se os Árbitros ou Árbitros de Foto Finish não puderem separar os Atletas para qualquer lugar, os empates permanecerão.
2. Quando houver um empate para uma posição de classificação para uma fase subsequente com base em tempo ou posição, os Atletas empatados serão colocados na fase seguinte ou, se isto não for possível, eles serão sorteados para determinar quem será colocado na fase seguinte.

REGRA 168

CORRIDAS COM BARREIRAS

1. Distâncias. As distâncias padrão são as seguintes:

Masculino – Adultos, Juvenis sub-20 e menores sub-18 : 110m, 400m

Feminino –  Adultos, Juvenissub-20 e menores sub-18  : 100m, 400m

Devem ser colocadas dez barreiras em cada raia, de conformidade com o especificado nas seguintes tabelas:


Tabela 5.8 – masculino – adultos, juvenis e menores
Distância da prova
Distância da linha de saída á 1. barreira
Distância entre as barreiras
Distância da última barreira á linha de chegada
110 m
13,72 m
9,14 m
14,02 m
400 m
45 m
35 m
40 m

Tabela 5.9 – feminino– adultos, juvenis e menores
Distância da prova
Distância da linha de saída á 1. barreira
Distância entre as barreiras
Distância da última barreira á linha de chegada
100 m
13 m
8,50 m
10,50 m
400 m
45 m
35 m
40 m

Cada barreira será colocada na pista de maneira que as suas bases fiquem no lado em que o Atleta se aproxima. A barreira será colocada de forma que a borda da barra de madeira coincida com a marca na pista mais próxima do Atleta.

3. Dimensões. As alturas padrão das barreiras são as seguintes:

Tabela 5.9 – Altura das barreiras

Masculino

Adulto

Juvenil sub-20

Menores sub-18

110 m

1,067 m

0,991m

0,914m

400 m

0,914 m

0,914 m

0,838 m

 

Feminino

Adulto/Juvenilsub20

Menores sub18

100 m

0,838 m

0,762 m

400 m

0,762 m

0,762 m


Em cada caso haverá uma tolerância permitida de 3mm, acima e abaixo das alturas padrão, para permitir a variação na fabricação.
A largura das barreiras será de 1,18m a 1.20m. O comprimento máximo das bases será de 70cm. O peso total das barreiras não deverá ser inferior a 10Kg.


fonte: livro Atletismo regras oficiais de competição

ATLETISMO (regra 169 , 180 e 187) 3.ANO 1.BIMETRE


ATLETISMO  

REGRA 169

CORRIDAS COM OBSTÁCULOS
1. As distâncias padrão serão 2.000m e 3.000m
2. Haverá 28 saltos sobre obstáculos e 7 sobre o fosso de água na prova de 3.000m e 18 saltos sobre obstáculos e 5 sobre o fosso de água na prova de 2.000m.
3. Para as provas com obstáculos, haverá 5 saltos por volta após a linha de chegada ter sido passada pela primeira vez, sendo a passagem do fosso o quarto.
4. Na prova de 3.000m, a distância da saída ao começo da primeira volta não deve incluir nenhum salto, devendo ser removidos os obstáculos até que os Atletas tenham iniciado a primeira volta. Na prova de 2.000m, o primeiro salto é o terceiro obstáculo de uma volta normal. Os obstáculos anteriores serão removidos até que os Atletas tenham passado por ele pela primeira vez.
5. Os obstáculos devem ter 0.914m para provas masculinas e 0.762m para provas femininas (± 3mm ambos) de altura e, pelo menos 3.94m de largura. A seção superior do travessão, inclusive do obstáculo do fosso, deve ser um quadrado de 12,7 cm de lado.
SEÇÃO IV – PROVAS DE CAMPO

REGRA 180

CONDIÇÕES GERAIS

Aquecimento na Área de Competição
1. Na área de competição e antes do início da prova, cada Atleta pode realizar várias tentativas. Nas provas de arremessos e lançamentos, as tentativas deverão ser feitas na ordem de sorteio e sempre sob a supervisão de árbitros.
2. Uma vez que a competição tenha começado, não será permitido aos Atletas usar para treinamento, conforme apropriado:
a) o corredor ou a área de impulsão;
b) varas;
c) implementos;
d) círculos ou a área dentro do setor, com ou sem implementos.
Ordem de Tentativas

5. Os Atletas deverão competir em ordem a ser sorteada. Se houver uma fase de qualificação, deverá haver um novo sorteio para a final.

Conclusão de tentativas

6. O Árbitro não levantará uma bandeira branca para indicar uma tentativa até que ela tenha sido válida.

Obstrução

15. Se, por qualquer motivo, um atleta for prejudicado em uma tentativa, o Árbitro-geral terá autoridade para conceder-lhe um tentativa extra.

 fonte: livro Atletismo regra oficiais de competição 

 

 

ATLETISMO

C. LANÇAMENTOS

REGRA 187

CONDIÇÕES GERAIS

Implementos Oficiais

  1. Em todas as Competições Internacionais, os implementos utilizados devem cumprir as especificações definidas pela IAAF (Associação Internacional das Federações de Atletismo em inglês International Association of Athletics Federations – IAAF). Somente implementos que apresentarem certificado de homologação da IAAF válido poderão ser utilizados. A seguinte tabela mostra os implementos a serem usados por cada grupo etário:

 

Tabela 5.14 – Implementos de acordo com o grupo etário

 

Implementos

Feminino, sub-18

Feminino, sub-20 e adulto

Masculino sub-18

Masculino sub-20

Masculino adulto

Peso

3,000 kg

4,000 kg

5,000 kg

6,000 kg

7,260 kg

Disco

1,000 kg

1,000 kg

1,500 kg

1,750 kg

2,000 kg

Martelo

3,000 kg

4,000 kg

5,000 kg

6,000 kg

7,260 kg

Dardo

500 g

600 g

700 g

800 g

800 g

Assistência.

4. (a) um atleta não poderá usar qualquer dispositivo de qualquer tipo

- Por exemplo, atar dois ou mais dedos ou usar pesos atados ao corpo - que de algum modo o ajude no ato de uma tentativa. Se for usada fita nas mãos e nos dedos, isso poderá ser feito desde que resulte em não unir nem dois nem mais dedos de forma que não possam se mover individualmente. A cobertura deverá ser mostrada ao Árbitro-chefe antes do início da prova.

(b) não é permitido o uso de luvas, exceto no lançamento do martelo. Nesse caso, as luvas devem ser lisas nas costas e na frente, e as pontas dos dedos devem ficar expostas, com exceção do polegar.

(c) para obter uma melhor pegada, aos atletas é permitido o uso de substancia adequada somente nas mãos. Além disso, os lançadores de martelo podem usar tais substancias em suas luvas. Os arremessadores de peso podem usar tais substancias em seus pescoços. Além disso, no arremesso do peso e no lançamento do disco, os atletas podem usar talco ou uma substancia similar no implemento.



Capa Regras 2018-2019.jpg (cbat.org.br)

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Voleibol Regras


VOLEIBOL  REGRAS

1 ÁREA DE JOGO
A área de jogo compreende a quadra de jogo e a zona livre. Deverá ser retangular e
Simétrica.

1.1 DIMENSÕES
A quadra de jogo é um retângulo medindo 18 metros x 9 metros, circundada por uma
zona livre de, no mínimo, 3 metros de largura em todos os lados.
O espaço livre de jogo é o espaço sobre a área de jogo desprovido de qualquer
Obstáculo . O espaço livre de jogo deve medir, no mínimo, 7 metros a partir da superfície de jogo.
Para as Competições Mundiais e Oficiais da FIVB, a zona livre deve medir, no
mínimo, 5 metros a partir das linhas laterais e 6,5 metros a partir das linhas de
fundo. O espaço livre de jogo deve medir, no mínimo, 12,5 metros de altura a
partir da superfície de jogo.

1.3 LINHAS DE MARCAÇÃO DA QUADRA

1.3.1 Todas as linhas possuem a largura de 5 centímetros. Devem possuir cor clara,
diferente da cor do piso da quadra e de quaisquer outras linhas.
1.3.2 Linhas de delimitação da quadra de jogo.
Duas linhas laterais e duas linhas de fundo delimitam a quadra. As linhas de fundo e as laterais estão inseridas na dimensão da quadra.
1.3.3 Linha central
O eixo da linha central divide a quadra de jogo em duas quadras iguais medindo
9 metros x 9 metros cada uma. Entretanto, a largura da linha central pertence a ambas as quadras. Esta linha estende-se sob a rede, de uma linha lateral até a outra.
1.3.4 Linha de ataque
Em cada quadra há uma linha de ataque, cuja extremidade posterior é desenhada a
3 metros de distância a partir do eixo da linha central, marcando a zona de frente.

2 REDE E POSTES

2.1 ALTURA DA REDE
2.1.1 A rede é colocada verticalmente sobre a linha central. Sua parte superior é ajustada
a 2,43 metros do solo para os homens e 2,24 metros para as mulheres.
2.1.2 Sua altura é medida a partir centro da quadra de jogo. A altura da rede sobre as
linhas laterais deve ser exatamente a mesma, não excedendo a altura regulamentar
em mais de 2 centímetros.

4 EQUIPES
4.1 COMPOSIÇÃO DAS EQUIPES
4.1.1 Para uma partida, a equipe pode ser composta por até 12 jogadores além de:
• Comissão Técnica: um técnico e até dois assistentes técnicos;
• Corpo médico: um fisioterapeuta e um médico
Somente aqueles relacionados na súmula do jogo podem entrar na área de competição e na área de controle, assim como participar do aquecimento oficial e da partida.
Para competições FIVB, o médico e o fisioterapeuta devem ser credenciados anteriormente pela própria FIVB.
4.1.2 Um dos jogadores, exceto o Líbero, é o capitão da equipe e será indicado na súmula do jogo.
4.1.3 Somente os jogadores registrados na súmula do jogo poderão entrar em quadra e
participar da partida. Não serão admitidas alterações na relação de jogadores, comissão técnica e corpo médico após a assinatura da súmula por parte do técnico e do capitão da equipe.


segunda-feira, 2 de abril de 2018

O JOGADOR LÍBERO


Regras do Vôlei: Capítulo 6 - Jogador Líbero

 Vôlei

19. O Jogador Líbero
19.1 Designação do Líbero
19.1.1 Cada equipe tem o direito de inscrever, dentre a lista de 12 jogadores, um jogador especializado defensivo -“Líbero”.
19.1.2 O Líbero deve estar registrado na súmula antes da partida, na linha especial,reservada para isto.
19.1.3 O Líbero não pode ser o capitão da equipe nem o capitão em jogo.
19.2 Equipamento
O jogador Líbero deve usar um uniforme (ou jaleco/peitilho para o Líbero re-designado) cuja camiseta, no mínimo, deve contrastar na cor com os demais membros da equipe. O uniforme do Líbero pode ter um feitio diferente, mas deve estar numerado como os demais membros da equipe.
19.3 Ações Envolvendo o Líbero
19.3.1 As ações de jogo
19.3.1.1 O Líbero está autorizado a substituir qualquer jogador posicionado na linha de trás.
19.3.1.2 Ele está restrito a atuar como um jogador na linha de trás e não está autorizado a completar um golpe de ataque de qualquer lugar (incluindo a quadra de jogo e zona livre) se, no momento do contato, a bola estiver mais alta do que o bordo superior da rede.
19.3.1.3 Ele não pode sacar, bloquear ou tentar bloquear.
19.3.1.4 Um jogador não pode completar um golpe de ataque mais alto que o bordo superior da rede, se a bola é proveniente de um passe de voleio (toque) de um Líbero que está na sua zona de frente ou na extensão dela. A bola pode ser livremente atacada se o Líbero faz a mesma ação fora da sua zona de frente ou da extensão dela.
19.3.2 Trocas de jogadores
19.3.2.1 Trocas envolvendo o Líbero não são contadas como regulares. Elas são ilimitadas, mas deve haver um “rally” entre duas substituições de Líbero. O Líbero pode apenas ser trocado pelo jogador com quem ele trocou.
19.3.2.2 Trocas somente devem ocorrer enquanto a bola estiver fora de jogo e antes do apito para o saque.
No começo de cada set, o Líbero não pode entrar na quadra até o segundo árbitro ter conferido a formação inicial.
19.3.2.3 Uma troca feita depois do apito para o saque, mas antes do golpe de saque, não deve ser rejeitada, mas deve ser objeto de aviso verbal depois do fim do rally.

Trocas tardias posteriores devem ser objeto de punição por retardamento.

19.3.2.4 O Líbero e o jogador com quem trocou só podem entrar ou sair da quadra pela linha lateral, em frente ao banco de sua equipe, entre a linha de ataque e a linha de fundo.

19.3.3 Redesignação de um novo Líbero:

19.3.3.1 No caso de lesão do Líbero designado e com a prévia aprovação do primeiro árbitro, o técnico ou o capitão em jogo pode redesignar como novo Líbero um dos jogadores que não está na quadra no momento da redesignação. O Líbero lesionado não pode retornar ao jogo pelo resto da partida. O jogador redesignado como Líbero deve permanecer como um Líbero pelo resto da partida.

19.3.3.2 No caso de um Líbero redesignado, o número deste jogador deve ser registrado no quadro de observações da súmula.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

CICLISMO

CICLISMO

De acordo com Tubino (2007) o ciclismo é um esporte por equipe ou individual onde o sujeito utiliza a bicicleta para disputar corridas em estradas, pistas cobertas ou não, terrenos acidentados com aclives e declives dentre outros, permitindo também a prática do esporte-lazer.
Nesse esporte, tanto nas Olimpíadas como nos Jogos Pan-Americanos, é dividido em quatro modalidades, BMX, Estrada, Mountain Bike e Pista. 



CICLISMO BMX






BMX é uma abreviatura para Bicycle MotoCross.       Bicycle(B) Moto(M) Cross(X) ;)
Nos EUA muitas vezes usa-se a letra "X" em substituição da palavra "Cross", pois fonéticamente são o mesmo.
Cross = Cruz -> X .

HISTÓRIA

O ciclismo BMX ou bicicross surgiu na década de 1960 como uma brincadeira. Na Califórnia, crianças imitavam seus ídolos do motocross com suas bicicletas, construíam pistas e faziam corridas informais. Durante os anos de 1970, esse novo esporte cresceu e surgiram equipes, campeonatos, revistas especializadas, marcas novas de peças e de bicicletas BMX.
Em abril de 1981, a Federação Internacional de BMX foi fundada e a modalidade se desenvolveu rapidamente, criando uma identidade única. Em 1993, o BMX foi inteiramente integrado à União Internacional de Ciclismo (UCI, em inglês) e estreou como esporte olímpico em Pequim 2008.

CURIOSIDADES

- A primeira pista da América do Sul para a prática do BMX foi construída em São Paulo, em 1979.
- Seus princípios são simples: oito corredores competem numa pista cheia de saltos, curvas apertadas e obstáculos.
- Em Pequim 2008, a pista do velódromo Laoshan tinha 370m para os homens e 350m para as mulheres.

REGRAS
- O ciclismo BMX é disputado em baterias com oito atletas, até se chegar à final.
- A pista tem 470 metros de extensão para os homens e 430 metros para as mulheres.
- As bicicletas utilizadas pelos competidores possuem rodas com aro 20", uma marcha e um freio.
- A largada é feita sobre uma plataforma de cerca de 10m de altura e os atletas passam por obstáculos montados na pista até cruzar a linha de chegada.



CICLISMO DE ESTRADA


  Ciclismo de estrada ou ciclismo em estrada  

O ciclismo de estrada está divido em duas modalidades, prova contra o relógio e contra estrada, em que os atletas têm que colocar à prova sua resistência.
A primeira prova oficial de ciclismo de estrada que sem tem notícia aconteceu no século XIX, mais precisamente no ano de 1868, em Paris, na França. A competição foi vencida pelo britânico James Moore.
No ano seguinte, foi realizada a primeira competição entre cidades na França, com saída de Paris e chegada em Rouen. James Moore venceu novamente a prova, ao completar percurso de 123 km em 10h25min, e colocou seu nome na história do esporte.
A modalidade é derivada do ciclismo e possui duas categorias regulamentadas pela União Ciclística Internacional: prova individual ou por equipe contra o relógio e prova de estrada individual ou por equipe.
Na prova individual contra o relógio os ciclistas partem de uma rampa, sendo um atleta por vez com intervalo de um minuto entre eles, e competem em um circuito previamente determinado. Geralmente, a distância para os homens é de 40 km e para as mulheres é de 20 km. O atleta que cruzar a linha de chegada com o menor tempo vence a disputa.
Já na prova de estrada, os ciclistas largam em grupo, conhecido como pelotão. A competição pode acontecer na rua ou na estrada, com um percurso médio de 160 km para os homens e 80 km para as mulheres. Vence o primeiro a cruzar a linha de chegada.

As provas podem ocorrer em apenas um dia ou por etapas, geralmente disputadas com um mínimo de dois dias e com classificação geral por tempo.
O esporte é popular no mundo inteiro, principalmente em países da Europa, e esteve em todas as edições das Olimpíadas. A primeira delas aconteceu em Atenas, na Grécia, em 1896. A prova olímpica mais longa do ciclismo de estrada ocorreu em Estocolmo, na Suécia, em 1912. O vencedor da competição, o sul-africano Rudolph Lewis, levou 10h42min para completar o percurso de 320 km. O ciclismo de estrada também possui representantes nos Jogos Paraolímpicos, sendo que os atletas largam ao mesmo tempo e disputam um percurso de até 120 km de distância.
O esporte já consagrou muitos atletas, como o norte-americano Greg LeMond. Especialista em provas contra o relógio, ele foi campeão do Mundial de Ciclismo de Estrada de 1983 e cravou seu nome na história da Volta da França ao vencer a competição em 1986, 1989 e 1990.
Brasil também tem seus representantes, entre eles o mato-grossense Magno Prado Nazaret, que recebeu o prêmio de melhor ciclista de estrada em 2012 pelo Comitê Olímpico Brasileiro. Nesse mesmo ano, o atleta foi o campeão da Volta Ciclística do Uruguai e do Tour do Brasil – Volta Ciclística de São Paulo, ficou entre os 10 primeiros colocados na lista geral do Tour de San Luis, na Argentina, e ganhou medalha de prata no Pan-Americano de Ciclismo da Argentina.
Apesar de consagrar grandes atletas, o esporte já sofreu uma decepção. O então heptacampeão da Volta da França Lance Armstrong, campeão de 1999 a 2005, foi acusado de usar substâncias proibidas para melhorar seu desempenho e teve que devolver suas medalhas. Além disso, ele foi banido do esporte pela União Ciclística Internacional.

                                            

CICLISMO DE PISTA


O ciclismo de pista ou ciclismo em pista é um tipo de competição esportiva, derivada do ciclismo de estrada, porém é disputada em pistas especialmente construídas para esta modalidade conhecidas como velódromo.

A base do Ciclismo de Pista é pura explosão e adrenalina, isso porque as bicicletas não possuem freios e para para-las os atletas diminuem a velocidade através dos pedais. Com apenas uma marcha e a obrigatoriedade do uso do capacete aerodinâmico, compõem-se os fatores necessários para evitarem acidentes entre os atletas e garantirem grandes acelerações.
Nasceu juntamente com a modalidade de estrada, no ano de 1870, com competições nos chamados Velódromos, local com pista de madeira em um ginásio fechado, era lá que aconteciam as primeiras disputas oficiais na Inglaterra. Já no Brasil, o velódromo foi inaugurado em 1895, nas proximidades da rua da Consolação, capital paulista. A primeira competição oficial brasileira contou com 30 atletas.
Essa vertente do ciclismo apenas não esteve presente nos Jogos Olímpicos em Estocolmo, no ano de 1912. Uma vez que sua estreia foi na primeira edição da Era Moderna, em Atenas 1896. E as mulheres somente tiveram sua oportunidade na cidade de Seul, em 1988.
Com dez tipos de disputas diferentes, a modalidade possui tamanhos variados de pista conforme o número de atletas:
200 metros – 20 ciclistas;
250 metros – 24 ciclistas;
333 metros – 36 ciclistas.
Tipos de provas do Ciclismo de Pista
Velocidade / Sprint: Denomina-se como a prova mais veloz. Dois ciclistas por vez partem de uma forma mais lenta analisando um ao outro. Das três voltas realizadas somente a última é cronometrada, vencendo quem chegar em primeiro;
Velocidade por equipe / Team Sprint: Posicionada em pontos opostos, as duas equipes são compostas de três atletas na categoria masculina e dois na feminina. O número de voltas é correspondente ao de ciclistas que pedalam em fila, onde a cada volta abre-se o caminho para o colega de equipe. Vence a que concluir com o menor tempo.
Perseguição por equipes / Team Pursuit: Com duas equipes de quatro competidores cada, largam em lados distintos da pista buscando alcançar o grupo adversário ou finalizar com o menor tempo de prova. Durante a disputa de 4 km, os ciclistas alternam quem fica na frente, posição no qual tem maior resistência ao vento, favorecendo quem aproveita o vácuo.
Keirin: No princípio da prova os atletas recebem um auxílio motorizado que controla a velocidade, iniciando em 30km/h atingindo 50km/h para os homens e de 25km/h a 45km/h nas mulheres. Após a saída da moto, a velocidade pode chegar a 70km/h, vencendo quem chegar em primeiro;
Omnium: Composta de seis tipos de disputas diferentes com dois dias de duração.
Flyin Lap: Vence quem cumprir a prova em menor tempo, com três voltas sendo apenas a última cronometrada.
Scratch: Com 16km para os homens e 10km para as mulheres é uma corrida normal, ganha quem chegar primeiro.
Perseguição Individual: Dois ciclistas partem de posições distintas, sai vitorioso quem alcançar o adversário ou concluir o menor tempo, com percurso inferior de 4km no masculino e 3km no feminino.
Contra-relógio: O atleta corre sozinho e quem fizer com o menor tempo vence, no percurso de 1km para os homens e 500m para as mulheres;
Eliminação: Através de corridas de velocidade, elimina-se o último que passar a linha após duas voltas. Vence o atleta que permanecer até o término da prova.
Corrida de Pontos: São somados pontos a cada 10 voltas, que variam de 5 a 1, composta de distâncias de 30km no masculino contra 20km no feminino. Ganha 20 pontos a mais o competidor que der uma volta no pelotão.



CICLISMO MOUNTAIN BIKE


SIGNIFICADO : Mountain Bike, ou Bicicleta de Montanha, é um tipo de bicicleta usado no Mountain Biking, uma modalidade de ciclismo na qual o objetivo é transpor percursos com diversas irregularidades e obstáculos. Em alguns países de língua latina o esporte é chamado de Bicicleta todo terreno ou BTT (Bicicleta Todo o Terreno). No Brasil é chamado popularmente de Mountain Bike, eventualmente de Ciclismo de Montanha ou Mountain Biking e comumente abreviado como MTB ou esporadicamente como BTT.

O Mountain Bike é praticado em estradas de terra, trilhas de fazendas, trilhas em montanhas e dentro de parques e até na Cidade.

História

Assim como o BMX, o mountain bike surgiu da curiosidade e da ânsia por aventura dos norte-americanos da década de 1970. Foi no estado da Califórnia que ciclistas que buscavam uma experiência diferente do asfalto das estradas resolveram enfrentar trilhas e terrenos acidentados com suas bicicletas.

Um grupo de San Francisco ajudou bastante na divulgação da modalidade ao realizar um dos primeiros campeonatos de mountain bike. A prova, disputada entre os anos de 1976 e 1979, ocorreu nas proximidades da famosa ponte Golden Gate e acabou atraindo bastante interesse para a nova vertente do ciclismo.

Em 1983, os norte-americanos realizaram o primeiro campeonato nacional do esporte. Com o crescimento nos Estados Unidos e em outros países da Europa e na Austrália, o mountain bike teve seu primeiro Mundial realizado em 1990, já sob a sanção da União Ciclística Internacional (UCI). A partir de então, não demorou tanto para que a modalidade chegasse aos Jogos Olímpicos. A estreia veio justamente no berço do esporte — os Estados Unidos — em Atlanta-1996.

A bicicleta do mountain bike tem pneus mais largos do que a de estrada, além de amortecedores traseiros e dianteiros, para diminuir o impacto para os atletas nos terrenos acidentados do percurso. O material utilizado, também por conta do impacto, é mais resistente. Entretanto, não deixa a bicicleta tão pesada, ficando com cerca de 8kg a 9kg.

Curiosidades

Território francês

Desde que o mountain bike começou a ser disputado, nos Jogos de Atlanta-1996, a França ganhou pelo menos uma medalha por edição. O primeiro a subir no pódio olímpico foi Miguel Martinez, bronze na prova masculina em 1996. Depois da estreia no terceiro lugar, os franceses melhoraram muito o desempenho.

A partir de Sidney-2000, a França não deixou de conquistar pelo menos um ouro no mountain bike. O primeiro deles foi justamente com Miguel Martinez, campeão da prova masculina na Austrália. Depois dele veio Julien Absalon, medalha de ouro tanto em Atenas-2004 quanto em Pequim-2008. Por último, a francesa Julie Bresset tornou-se a primeira representante do país a conquistar uma medalha de ouro no feminino.




FONTES:
https://www.cob.org.br/pt/Esportes/ciclismo-bmx




http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=43985